
Na viragem do milénio atirei-me à minha primeira encenação, em parceria com Rafaela Santos: AREENA, cuja estreia teve lugar na Black Box do CCB. A partir daí, passei a encenar esporadicamente e depois, com maior regularidade nos últimos anos.
2025
TUDO A QUE SE CHAMA NADA, uma adaptação de duas peças de Nathalie Sarraute, tradução de Ricardo Marques e Carla Bolito, encenação de Carla Bolito, desenho de luz de Daniel Worm, cenografia de Carlos Bártolo, figurinos de Ricardo Preto, efeito sonoro de Rui Dâmaso, produção executiva de Lorena Pirro. Uma co-produção Estado Zero/Teatro São Luiz com o apoio do Fundo Cultural da SPA.
2023
VERMELHO É A COR DO MEU LUTO, também autora do texto, com Maria José Paschoal, Catarina Rabaça e Tiago Barbosa; Cenografia de Victor Gonçalves; Desenho de luz de Pedro Guimarães; Sonoplastia de Rui Dâmaso; Figurinos de João Telmo; fotografias de Alípio Padilha; uma criação e produção Nova Companhia no SMOP em Lisboa.
CASANOVA EM LISBOA, a partir de “Cartas de Casanova, Lisboa 1757” de António Mega Ferreira, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigida pelo cravista e maestro Marcos de Magalhães; com: Ana Quintans, André Gomes, Marcello Urgeghe, Ângelo Castro, Íris Cañamero, Matilde Santos, Vanessa Varela, Vasco Paixão e Diana Ramos; cenografia de Carla Bolito; desenho de luz de Manuel Abrantes; figurinos de Ricardo Preto; fotografias de Alípio Padilha; uma co-produção Estado Zero/OML/CML.
https://www.facebook.com/carlabolito/videos/1378155639616312
2022
A MINHA CABEÇA, também autora do texto em parceria com Venâncio Calisto, com Kimberley Ribeiro, Daniel Martinho e Carla Bolito; Cenografia de Marcello Urgeghe; Desenho de luz de Daniel Worm; Sonoplastia de Rui Dâmaso; Figurinos de Ricardo Preto; Fotografias de Alípio Padilha; uma co-produção Estado Zero/TBA com o apoio da DGARtes Programa Interculturalidade.
ÍCARO – REQUIEM PARA UMA MORTE ANUNCIADA, direcção musical de Luís Figueiredo; composição musical de Tiago Curado, Pedro Nuno Lopes e Luís Figueiredo; libreto de Pedro Nuno Lopes; com a orquestra clássica do centro dirigida pelo maestro Sérgio Alapon; com Helena Faria, Eduardo Almeida o coro Coimbra Vocal no auditório do Convento de São Francisco em Coimbra; cenografia de Marcello Urgeghe; desenho de luz de Guilherme Pompeu; figurinos de Cristina Gil; uma co-produção Coro Coimbra Vocal/CMC.

2021
EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES, de Andreas Flourakis, tradução José Costa Ideias; com Álvaro Correia, Rita Rocha, Vicente Wallenstein e Carla Bolito; cenografia de Marcello Urgeghe; desenho de luz de Daniel Worm; sonoplastia de Rui Dâmaso; figurinos de Ricardo Preto; fotografias de Alípio Padilha; uma co-produção Estado Zero/Centro Dramático de Viana/acolhimento Artistas Unidos; com o apoio da DGArtes.
2020
AS MENINAS POUCO EXEMPLARES E O MÚSICO IRREPRENSÍVEL, leitura encenada com música ao vivo interpretada por Carlos Bica ou João Paulo Esteves da Silva; textos e poemas de José Tolentino Mendonça, Raquel Nobre Guerra, Adília Lopes, João Negreiros, Teolinda Gersão, Golgona Anghel e Isabella Figueiredo; com Ana Brandão, Sara de Castro e Carla Bolito; uma produção Festival do Desassossego/Casa Fernando Pessoa e Fundação Saramago; projecto inserido no programa Arte em Rede.

2018
A ARTE DA FOME, a partir de “Um artista da fome”, “A primeira dor” e “Josefina a cantora” de Kafka; com Cláudio da Silva e Ivo Alexandre; espaço cénico de Henrique Ralheta; desenho de luz de Daniel Worm; sonoplastia de Rui Dâmaso; figurinos de Carla Bolito; fotografias de Estelle valente; uma co-prod Culturproject/teatro Muncipal São Luiz.
2012
TRAVA OU DESTRAVA LÍNGUAS, enc. em parceria com Anabela Brígida; Com Anabela Brígida e Carla Bolito; projecto inserido no programa Arte em Rede; espectáculo para alunos do I ciclo; prod. Metamorfose.

2009
SENTIDO PORTÁTIL, a partir de “História abreviada da literatura portátil” de Enrique Vila-Matas; com: Diogo Bento, Tiago Mateus e Rita Calçada Basto; cenografia de Henrique Ralheta; desenho de luz de Jorge Ribeiro; figurinos de Rafaela Mapril; sonoplastia de Rui Dâmaso; uma co-produção Jumpcut/CCB com o apoio do IA (actual DGArtes).

A estreia contou com a presença de Enrique Vila-Matas que veio de Barcelona, pois queria ver para crer, quem se atrevia a concretizar em carne e osso a sua sociedade secreta, os “shandys” – também conhecidos por artistas portáteis. Houve ainda um encontro aberto ao público com o autor às 18:30, na Sala de Leitura do CCB, para falar sobre a sua obra.
2005
TEATRO-FANTASMA, a partir de “Hyde and Seek” de Paul Auster; enc.em parceria com Cláudio da Silva; desenho de luz de José Manuel Rodrigues; figurinos de Tânia Franco; um acolhimento Negócio/ZDB.

2002
TRANSFER, também autora do texto; com Francisco Nascimento e Nuno Melo; cenografia de Paula Hespanha; desenho de luz de Jorge Ribeiro; sonoplastia de Artur Cyaneto; figurinos de Rafaela Mapril; fotografias de José Frade; uma co-produção Primeiros Sintomas/CCB com o apoio do IPAE (actual DGARtes).
2000
AREENA, a partir de “A invenção de Morel” de Adolfo Bioy Casares e de “Sonhos de Eisntein” de Alan Lightman; enc. em parceria com Rafaela Santos; com Bruno Bravo, Sandra Faleiro, Francisco Campos e Sofia Valadas; cenografia de Pedro Murteira; desenho de luz de Jorge Ribeiro; sonoplastia de Rui Dâmaso; figurinos de Rafaela Mapril; fotografias de José Frade; uma co-produção David & Golias/CCB com o apoio do IPAE (actual DGARtes).














































